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ME DESCULPEM OS FALSOS MORALISTAS

Mas, por favor, parem com essa de escarnar o Programa Pânico por ter feito a tal Panicat raspar o cabelo para aumentar audiência. O Pânico fez por audiência assim como a Babi o fez por dinheiro.

E, se me recordo bem, a TV Globo já fez isso antes com a Camila, em Laços de Família, raspando o cabelo em um episódio que fez o Brasil “todo” chorar. 

Alguém pode dizer: “Nossa, mas era uma novela e ela estava raspando o cabelo por que a personagem dela tinha leucemia”

Me desculpem mais uma vez, mas uma personagem ter leucemia ou não, não exclui ou esconde o desejo da TV Globo ganhar audiência ao fazer a atriz principal da trama raspar o cabelo em rede nacional.

O que move a telenovela e o programa de “humor” é a audiência, quanto maior a audiência, maior o dinheiro dos investimentos publicitários. 

O que move uma “figura pública” é a exposição, quanto maior a exposição, maior o dinheiro recebido por isso.

Então, meus caros, não me venham com essa.

Próximo assunto.

  • 1 month ago
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FORD - PINBALL PARK

Paris. Cidade dos para-choques batidos. Excelente instalação!
Como diria o nosso amigo Sílvio: Bem Bolado, Bem Bolado.

    • #promo
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    • #car
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  • 1 month ago
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Olha que Maravilha! Excelente incentivo para manter todo mundo cumprindo o horário de trabalho!

Acho que aqui na Fermento poderiam adotar a idéia.

  • 1 month ago
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TNT: A Dramatic Surprise

A Duval Guillaume Modem, da Bélgica, resolveu agitar as coisas em uma cidade belga bem pacata. Colocaram um botão vermelho na cidade que ao acionado.. bom assista o vídeo! 

=)

  • 1 month ago
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Smart EBall

Excelente ação promocional / instalação da BBDO da Alemanhã que usa o Smart como Joystick daqueles antigos “telejogos” para mostrar a rapidez na resposta do novo Smart.

Curti demais isso.

  • 1 month ago
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O NÃO eu já tenho. Nada vai me impedir de ir atrás do SIM!
Desconhecido
  • 1 month ago
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Valeu, Campeão!

Eu me lembro que era meados de fevereiro de 2007 quando te conheci. Na verdade, eu nunca achei que fosse te conhecer, porque naquele dia eu estava apenas acompanhando meus pais a mais uma visita para escolher casa nova.

Eu era contra mudar do apartamento recém reformado pra uma casa que não era exatamente a cara da nossa família (sim, você faz parte dela). Mas o que me animava nessa história toda era poder ter um cachorro.

Lembro que não me importei muito com a casa, afinal, já era bem a quarta ou quinta que visitavamos naquele dia, eu confesso que já estava sem a menor paciência. Mas de repente, quando eu já não aguentava mais, você veio na minha direção. Eu fiquei completamente paralizado, não é todo dia que um Boxer te encara e vem pra cima de você. Pra minha surpresa você me cheirou e começou a me lamber, sendo que se você tivesse me mordido era completamente aceitável, pois eu era um estranho dentro do seu território.

A partir desse momento a visita a mais uma casa ficou mais divertida, enquanto meus pais conversavam valores e futuras reformas, eu me divertia com você tentando morder meus cadarços e lambendo meu joelho, minha bermuda e o que mais estivesse ao alcance da sua boca.

Quando vi sua antiga dona eu lembro de ter feito 2 perguntas:

- Qual é o nome dele?
- Atila!
- Se vocês mudarem, vocês já tem pra quem dar ele?
- Ainda não, estamos procurando por alguém.

Nessa hora eu me apresentei pra você e disse que seria legal se você viesse de brinde na compra da casa.

Não deu outra. 1 mês depois estavamos descendo as coisas do caminhão e você correndo de um lado para o outro, sem dar o mínimo de atenção pra sua família antiga e completamente vidrado pela sua família nova.

Quando resolvemos comprar o Panqueca, ficamos com medo de você estranhar e acabar o machucando, pois ele era um filhote de labrador completamente indefeso, praticamente uma bola de pelos branca. Mas mais uma vez você se mostrou carinhoso, companheiro e amigo, você o acolheu como um filho.

Me lembro do tempo em que eu fiquei sem trabalhar e que tinha as tardes livres pra caminhar com você e com o Panqueca. Lembro de vários carteiros que você colocou pra correr lá de casa. Lembro, com imensa gratidão, o dia que você encarou os dois filas que entraram lá em casa e estavam prestes a morder a minha mãe. Lembro das várias vezes que você deixou o Panqueca roubar a sua comida. Lembro da sua alegria quando me via caminhando em direção ao quartinho que guardava as coleiras de passeio. Lembro da sua pompa quando voltava engravatado do Pet.

Com tristeza, é claro, me lembro da nossa última caminhada que você já estava sem forças, desabou no chão com uma cara de que não sabia o que estava acontecendo e tive que te carregar um bom pedaço no colo.

Me lembro o dia em que te olhei e senti uma tristeza imensa e o sentimento que você já estava partindo. E quando comentei com a minha mãe ela começou a chorar imaginando o dia que você fosse.

Afinal, você não era só um cachorro, e sim um membro da família.

Atila, obrigado por todos esses anos que você esteve presente todos os dias na minha vida, sei que muito desses dias eu só fiz um carinho rápido e fui pra dentro de casa, mas você sempre esteve lá, de prontidão, esperando por atenção, carinho e um pedacinho de pão.

Eu sei que hoje a última imagem é a de você entrando por aquela sala e aquele sentimento horrível de saber que eu não vou mais te ver, nem fazer carinho, muito menos te chamar à atenção por estar mordendo meu tênis. Mas eu prometo que não vou lembrar de você com tristeza, mas de você feliz por ter encontrado na minha família o carinho, a atenção e os cuidados que antes não tivera.

Pra mim, Atila, você foi muito mais que um cachorro, você foi um amigo.
Descanse em paz, campeão!

  • 9 months ago
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Na Oficina

Era sábado à noite e eu dirigia tranquilamente, até muito devagar, pois estava passando por um quebra-molas, quando senti meu carro beijar o chão igual a um noivo que beija sua noiva. Se fosse um PLOC seria digno de arrancar aplausos. O problema é que não era um ploc, muito menos um noivo e uma noiva, e sim meu carro, o asfalto, o diabo do quebra-molas e um buraco secreto após o quebra-molas.

Parecia uma armadilha feita por uma criança afim de sacanear o pai que não o deixou assistir a maratona Ben 10.

Mas também não era, era o tal do buraco secreto depois do quebra-molas.

O problema é que depois do beijo automobilístico, meu carro parecia estar completamente apaixonado. Ele começou a dar sinais da paixão para quem quisesse ver e ouvir. Era só acionar os freios que ele cantava Celine Dion, Boys II Men, Al Green, Seal e muitos outros. Tudo em um timbre metálico, algo semelhante a duas barras de aço sendo esfregadas, harmoniosamente, uma na outra.

Algo tão lindo de se ouvir que a cada novo quebra-molas eu ouvia dos transeuntes o pedido de bis.

Bom, o show era do meu carro, não meu. Então o mais sensato a fazer era subir os vidros, agradecer pelas películas escuras e não receber os elogios do carro em meu nome.

Se eu, dono daquele talento apaixonado, não tinha coragem de levar os louros, muito menos colocaria minha namorada pra ser mais uma a dividir tamanha fama. O mais correto era deixar ele apaixonado e estacionado pensando em seu grande e repentino amor e sair no carro da namorada.

O resto do final de semana se passou e o talento sobre rodas permaneceu emudecido em sua residência, também chamada de garagem. Por lá ficou até a segunda-feira de manhã. Quando resolvi colocar o canário de lata pra cantar até a oficina mais próxima.

Já na oficina, senti que o Seal de quarto portas estava tímido, pouco cantava. E quando foi ser testado pelo Marley, o mecânico, sua voz sumiu. Exatamente como todas as outras situações em que você leva sua televisão que não funciona para o conserto e quando o técnico pluga ela na tomada a danada funciona perfeitamente. Se brincar ainda pega a TV à Cabo com os canais bloqueados sem nenhum cabo instalado.

Coincidências do destino ou não, o problema não foi o beijaço que o carro deu com o tal do buraco secreto depois do quebra-molas, e sim que suas cordas vocais, leia-se pastilhas de freio, estavam gastas.

Agora o jovem e não mais promissor carro-cantor está mais silencioso que um monge com voto de silêncio. Se ele continua apaixonado pelo tal do buraco secreto eu não sei, mas eu tenho evitado de todas as formas que eles se reecontrem, pois por causa dessa paixão quem sofreu foi o meu bolso.

Resumo da ópera? Para uma voz rouca, metálica e gasta use pastilhas novas.

  • 9 months ago
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Amigos: Nada sem eles, tudo com eles. (Taken with instagram)
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Amigos: Nada sem eles, tudo com eles. (Taken with instagram)

  • 10 months ago
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Outside, Watching and on Hold! (Taken with instagram)
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Outside, Watching and on Hold! (Taken with instagram)

  • 10 months ago
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